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Dementados de impropérios, mau desejo (futuro). O que segue na irradiação vinda do sombrio do inconsciente de mentes traiçoeiras de misterioso e macabro silêncio. Audaciosas manobras que nem se percebe. A maldade que sai da alma no silêncio mórbido do ciúme, da raiva, que o ódio transmite e se aloja nos corações envenenados de toda má irradiação que entorpece e se aloja em nossas mentes e roubando-nos a consciência. Apodrecido pelo mal alojado no coração. Pondo nesses inocentes, um preço, que será pago antes da hora de sucumbirem. Feito os egoístas que só pensam em si, sem a chance que a própria eternidade nos dá ao progresso. Fazemos tanta questão pela eternidade, quando devíamos nos preocupar em corrigir as nossas imperfeições. Quando a própria eternidade já nos dá a chance para nos aperfeiçoarmos. Quando a própria eternidade já nos pertence. Pois não há nada nesse mundo que não possa mudar. E em nada e ninguém pode haver um erro que não possa ser corrigido. Assim como uma máquina e o seu operador. A máquina precisa estar em perfeito estado para funcionar. O operador para manobrar como foi ensinado. E ele terá tempo suficiente para aprender. Tal qual uma criança precisa, primeiramente, ter o controle de si e a noção das coisas. E não há nada que não possa mudar. A eternidade nos cobra muito mais do que pensamos. Não vamos colher flores e ver estrelas a piscar nos céus sem as compreendermos, elas não estão lá em cima apenas para brilhar. Há muitas moradas que elas devem aquecer. Há muita vida a dar. Há a eternidade além desse infinito há muito que se alcançar. E elas estarão sempre lá. Nós não somos o centro do universo e únicos. Pensemos nos outros.






